CPI da Pedofilia
Em depoimento à CPI da Pedofilia, servidor do Senado nega a esclarecer denúncia de abuso sexual | Em depoimento à CPI da Pedofilia, servidor do Senado nega a esclarecer denúncia de abuso sexual |
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| 05-Nov-2008 | |
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Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia Conforme informações divulgadas pela imprensa no início de setembro, Ewandro Sobrinho foi acusado de manter relações sexuais com adolescentes de 14 e 16 anos. As denúncias teriam sido confirmadas pelas próprias menores e pelos porteiros do prédio onde ele mora, em Brasília. Sobrinho é servidor efetivo do Senado, lotado à época na chefia de gabinete do senador Lobão Filho (PMDB-MA) e exonerado do cargo logo após a divulgação das denúncias. Em resposta ao senador Romeu Tuma (PTB-SP), o depoente disse ser solteiro e possuir apartamento em Brasília. O parlamentar perguntou se Ewandro Sobrinho costumava levar menores ao apartamento e se mantinha relações sexuais com elas; se as adolescentes que o denunciaram freqüentavam o Senado e se costumavam ir ao gabinete onde Ewandro trabalhava à época, entre outras perguntas referentes às acusações. Para todas as questões, a resposta do servidor foi uma só: "Vou permanecer em silêncio". No início do depoimento, o presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), ofereceu ao depoente a oportunidade de utilizar a audiência na CPI para se defender, o que foi recusado por Sobrinho. Também o senador Virgínio de Carvalho (PSC-SE) tentou, sem sucesso, obter respostas do servidor. Ao encerrar a reunião, Tuma informou que a CPI acompanhará o andamento do inquérito policial. Fonte: Agência Senado |
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