Skip to content

Início
Iriny contraria acordo da coligação e não pede segundo voto ao Senado para Magno PDF Imprimir E-mail
29-Jul-2010

 
O maior problema da coligação palaciana parece ser convencer os petistas a entrar na campanha de Magno Malta (PR) para o Senado. Embora o candidato ao governo, Renato Casagrande (PSB), e seu parceiro peemedebista que concorre ao Senado, Ricardo Ferraço, estejam empenhados em fortalecer a parceria, os candidatos proporcionais não se mostram dispostos a cumprir o acordo que definiu o segundo voto ao Senado para o republicano.

Exemplo disso é o panfleto distribuído pela deputada federale candidata à reeleição Iriny Lopes (PT). Na propaganda, ela apresenta as logomarcas da candidata a presidente pelo PT, Dilma Rousseff; do candidato ao governo, Renato Casagrande, e de apenas um candidato ao Senado, no caso Ricardo Ferraço. A logo do senador Magno Malta foi excluída do panfleto.

Dentro do PT a atitude da deputada federal não foi bem vista por parte da militância. Afinal, a candidatura de Iriny é uma das de maior peso na eleição. Ela e Guilherme Lacerda são os nomes fortes do partido à Câmara dos Deputados. A própria imagem da deputada, que fez parte da Executiva Nacional do partido e já presidiu a sigla no Estado, também tem um peso forte com o eleitorado.

A preocupação de alguns militantes é com a campanha presidencial. Isto porque Magno Malta tem adotado a campanha da ex-ministra Dilma Rousseff no Estado. Como Dilma não tem um bom desempenho no Estado, a popularidade de Malta pode fortalecer o palanque da candidata petista e equilibrar a disputa com o tucano José Serra no Espírito Santo.

Como Malta tem uma penetração nas camadas mais pobres do eleitorado, para algumas lideranças a presença do republicano no palanque presidencial e de Renato Casagrande é importante para atrair este eleitor e fortalecer o grupo.
 
Iriny não é um caso isolado. Na semana passada, uma nota no jornal “A Tribuna”, informando que candidato petista em Cachoeiro também pedia votos apenas para Ricardo Ferraço, causou reação de militantes. Os defensores do senador lembram que Magno Malta está em uma coligação definida pelo partido. Mesmo com o atual presidente do partido, Givaldo Vieira, na chapa, os candidatos não estão seguindo o acordo fechado entre as lideranças da coligação.

Por outro lado, o candidato Ricardo Ferraço tem honrado o compromisso de fazer parceria com Magno Malta. Embora haja o comentário de que o governador Paulo Hartung articulao uma chapa clandestina, ligando o nome de Rita Camata ao de Ricardo Ferraço, o peemedebista deixou a articulação para o lado tucano. Em suas caminhadas e propagandas, o pedido de segundo voto para Magno Malta tem sido regra.

Fonte: Século Diário

 
< Anterior   Próximo >

Sintonize uma rádio


Copyright vEsti24

Quem está on-line

Contador de Acesso

Visitas: 2586453
Top