Para Magno Malta, “Dilma Rousseff imitou o hilariante Rolando Lero”

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Durante julgamento do impeachment de Dilma Rousseff (PT), nesta segunda-feira (29), o senador capixaba Magno Malta (PR) perguntou à presidente afastada se ela mentiu durante a campanha eleitoral de 2014, quando garantiu que a economia do país iria continuar equilibrada caso fosse eleita. “O Brasil ficou sem entender nada. Ela repete as mesmas respostas hilariantes citando déficit hídrico, crise cambial, estiagem e outras falas sem nexo”, afirmou Malta.

Senador Magno Malta, após inquerir a presidente afastada, chegou à conclusão que pelas respostas lembrou o Rolando Lero, um dos personagens da Escolinha do Professor Raimundo. “Dilma está repetitiva e evasiva deixando a população brasileira sem respostas concretas e coerentes. Ela foge das perguntas com argumentos flácidos. Ela não convenceu”, disse Malta.

Magno Malta: “a música que Dilma tocar nós vamos dançar. Ela dará o tom da sessão”

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Depois de participar ativamente como membro titular da Comissão Especial de Impeachment e ter atuação marcantes nas sessões de julgamento do processo de afastamento de Dilma Rousseff, senador Magno Malta, em momento algum perdeu o respeito ou foi grosseiro com as testemunhas, porém sempre foi direto e positivo. “Serei eu mesmo, não tenho dupla personalidade. Ela dará o dom da sessão e estarei preparado para inquirir de acordo com o que for dito por ela”, prometeu Magno Malta.

Senador Magno Malta elencou as promessas de campanha de Dilma, os decretos chamados de pedaladas, principalmente, os pontos que o brasileiro quer saber: o que causou a crise econômica e o desemprego no Brasil? Serão perguntas diretas, transparentes e dentro do tempo estabelecido. “É a grande oportunidade de Dilma mostrar seus argumentos para o povo sofrido. Se Dilma falar de golpe iremos responder forte, acho que será uma sessão dramática”.

Para Magno Malta, estratégia da defesa foi tiro no pé e senadores não vão mais inquerir testemunhas

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Os senadores Linbergh Farias (PT-RJ), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e até o presidente do Senado Renan Calheiros entraram em debate acalorado a ponto do presidente do Supremo Tribunal Federal e do processo de impeachment, ministro Ricardo Lewandowski, suspender a sessão antecipadamente para almoço. No meio do tiroteio verbal, senador Magno Malta, conhecido pelo seu tom firme, foi o apagador de fogo, acalmando os dois lados. “Sinto-me, como todo brasileiro, triste com a crise emocional, política e jurídica que o país atravessa, mas não podemos perder o respeito”. Afirmou em vídeo gravado no final da manhã desta sexta-feira.

Senador Magno Malta afirmou que a manobra dos dilmistas, de segurar o andamento do processo em plenário com questionamentos evasivos, gerou clima tenso, desconfortável e o tiro saiu pela culatra, “Em bloco, mais de 60 senadores não vão mais arguir as testemunhas de defesa da Dilma. Abaixaremos a guarda, ficaremos calados e vão esperar para segunda-feira ouvir a presidente afastada. Queiram prolongar os debates para evitar o depoimento na segunda-feira, porém foi uma estratégia vergonhosa que tumultuou a sessão”, esclareceu Magno.

Magno Malta prevê 63 votos favoráveis ao impeachment de Dilma na batalha final

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O Senado começa hoje, quinta-feira, o julgamento final do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Nos primeiros dias, os senadores irão ouvir o depoimento de testemunhas. O Supremo Tribunal Federal espera encerrar esta etapa amanhã, mas os trabalhos podem se estender pelo próximo fim de semana. O fato mais esperado é o depoimento de Dilma na segunda-feira. “Vou perguntar sobre todas as promessas de campanha para saber as verdades e mentiras”, prometeu Malta.

Na semana passada, o colegiado de líderes e a presidência do Senado Federal decidiram em reunião, no Salão Nobre, que o julgamento não deverá interromper o rito e ouvir todas testemunhas, mesmo se for preciso passar o sábado e domingo no plenário. Senador Magno Malta contestou a retirada do direito de tréplica, ou seja, o senador pergunta, Dilma responde e não tem mais direito de questionamento. “É uma censura, mas em caso de ofensa, pode até cortar o microfone que eu grito”, re forçou Magno Malta,

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